Profissão e carreira: o que você realmente procura?

As pessoas costumam passar muito tempo de suas vidas pensando no trabalho que desejam ter. Depois, preparando-se para ele. E, enfim, batalhando por um emprego ou oportunidade em que seus sonhos se concretizem.

A quantidade de gente frustrada com sua escolha, contudo, é grande.

Se você se sente assim, não está sozinho(a). Há estudos muito bons sobre o assunto, como o livro Burnout: Stages of Disillusionment in the Helping Professions, de Jerry Edelwich e Archie Brodsky. Os autores apontam os quatro estágios que levam à síndrome conhecida como burnout: entusiasmo, estagnação, frustração e apatia. Você se reconhece em algum deles?

Os efeitos dessa frustração são cumulativos e, em casos extremos, têm consequências sérias para a saúde física, mental e emocional.

Sim, a insatisfação com o trabalho se reflete em outras áreas da vida. E o fato é que a alegria e a paz, a realização mais plena, nunca estão dentro do universo empresarial. Ali, as metas têm a ver com lucros e um tipo de excelência que, geralmente, não combina com seus anseios mais profundos. Ali, os objetivos se esgotam em si mesmos, sem qualquer propósito mais amplo ou universal, com raras exceções, como nos casos do empreendedorismo social.

Mas há pensamentos equivocados que sustentam esse mal-estar que você experimenta. Um deles é o que relaciona bem-estar e felicidade a conforto financeiro.

Ora, não tem nada de ruim em ganhar bem! Mas felicidade é outra coisa. É sentir que há prazer no que faz e que aquilo que realiza e constrói tem um sentido mais profundo para você.

Talvez, você queira algo que poucos querem ou entendem. Lavar carros é um trabalho digno, como qualquer outro. E necessário. Mas onde quer que esteja, pergunte: você sente que deseja fazer isso para o resto da sua vida? Está fazendo bom uso da sua circunstância, para obter alegria de viver, estreitar relacionamentos, aprender coisas novas? Você compreende o significado do momento presente para a evolução da sua alma?

Viktor Frankl escreveu: “Quando a situação for boa, desfrute-a. Quando a situação for ruim, transforme-a. Quando a situação não puder ser transformada, transforme-se.”

É revigorante reavaliar crenças e ideias aprendidas. Recriar-se, reinventar-se, se sentir necessidade, transformando, em seguida, o cenário de sua vida.

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