“Não se irrite. Sorria.”

Você também vê muita gente irritada por aí, na TV, no transporte coletivo, nas ruas? Tem pessoas que são habitualmente muito irritadas e irritáveis pelos mais leves motivos. Reagem com irritação às mais diversas situações cotidianas, naquilo que postam nas redes sociais, no jeito como se dirigem aos outros que, eventualmente, estão vendo pela primeira vez nesta encarnação!

Uma das características das emoções é que elas são instantâneas, elas afloram antes de qualquer pensamento, antes de estarmos conscientes delas para poder decidir o que fazer a respeito. Há duas coisas que podemos fazer.  A primeira delas é nos tornarmos conscientes de sua presença constante em nossas vidas e assumir atitudes íntimas prévias, preparando-nos para exercer o autodomínio. A segunda é ir adquirindo reações melhores, baseadas numa compreensão mais profunda da vida e dos momentos, melhorando nossos sentimentos pelas pessoas, de modo a aprimorar nossas atitudes. Há uma conhecida mensagem de André Luiz, por Chico Xavier, que nos convida a não nos irritarmos, porém, sorrir, auxiliar, amparar, que é uma aplicação clara e simples da segunda possibilidade.

Pense nos seus momentos de irritação.

Irritação é uma reação de raiva.

A raiva é uma emoção muito útil que existe para funcionar como defesa contra perigos. Mas a nossa cabeça enxerga perigos onde não estão e se irrita com fatos e pessoas.

Fatos que poderia aceitar.

Pessoas que poderia compreender, que poderia olhar com gentileza e bondade.

Quando você se irrita, você está negando ao outro o direito de ser. Você se irrita porque percebe sua incapacidade de controlar alguma situação ou pessoa e não consegue admitir isso.

Numa situação de perigo real, a raiva se traduz em “ou você, ou eu”. Suponha que você seja atacado(a) por um urso. É uma típica situação “ou você, ou eu”.

Mas nem tudo que nos irrita é realmente uma situação “ou você, ou eu”. Em geral, quem se sente ameaçado, na vida social, é o Ego. Então nós transferimos este padrão de funcionamento para nossa vida diária, para nossa família, para nosso trabalho.

De fato, seria mais sábio se aprendêssemos a reconhecer o que de fato nos ameaça. Espiritualmente, a ameaça não existe, porque todos somos seres divinos e imortais.

Aceite a vida, esteja ela como estiver no presente, como uma chance de conexão profunda consigo mesmo(a), enquanto encontra as vidas próximas, compartilha e auxilia; enquanto todas se elevam em entendimento, amor e capacidade de doação.

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