“É o Calunga do Gasparetto?”

Essa é uma pergunta que as pessoas me fazem porque, desde os anos 90, Calunga e eu iniciamos uma parceria mediúnica que gerou sete livros psicografados, muitas psicofonias em grupos diversos, além de ajudas específicas para casos particulares.

A essa pergunta, sempre respondi individualmente.  E o motivo de me perguntarem é que, naquele período, ele já se comunicava por intermédio do Luiz Gasparetto, no centro Os Caminheiros, no rádio, em palestras e num livro, pelo que sei.

Não fico fazendo alarde de ser médium, nem de ter transformado profundamente meu modo de ver e de viver a vida pela aproximação e amizade do Calunga. Quem convive comigo sabe disso tudo muito bem. Calunga fala por si mesmo e eu sou só um meio dessas palavras chegarem para quem quer conhecê-las e para aqueles que são conduzidos pelo Universo a essas mensagens.

Isso mesmo! O que nos une é uma amizade cheia de respeito e carinho, embora a maior parte do tempo ele aja como professor e eu, como aluna. Mas digo amizade exatamente para dizer que é uma parceria alegre e voluntária, que eu não sou dona do Calunga, não tenho monopólio das suas mensagens e nem acredito que isso seria justo comigo ou com ele. Calunga vai onde quer, fala e escreve com quem quer, assim como Arquimedes, Aymará, Gilberto e outros amigos espirituais de que fui e tenho sido médium.

Do mesmo modo, considerando as leis do mundo espiritual, o Calunga não “é do Gasparetto”, no sentido de somente por ele se comunicar. E a propósito, Calunga diz que não tem mais dono, pois que “agora a sua alegria é solta, seu andar é livre e seu falar é sem peia“.

Quanto a mim, posso dizer, a respeito disso, que o próprio Calunga já mencionou que ele é, sim, o mesmo Calunga que se comunica pelo Gasparetto. E qual evidência tenho, para confiar nisso? A sua autoridade espiritual e moral, patenteada pelo teor das suas psicografias e psicofonias, pela forma como ele trabalha e pela sabedoria e ética que o caracterizam. Eu o vejo como luz, clareando caminhos, auxiliando pessoas (muitas das quais eu nem conhecia, que me procuram para contar como os textos foram fundamentais em suas vidas). Assim sendo, eu não consigo entender porque ele inventaria um pequeno detalhe, quando tudo o que o vejo fazer é espalhar o Bem e orientar tantas criaturas.

Além do mais, tendo estudado e exercitado minha mediunidade nos meios espíritas, sei bem que esse tipo de informação, referente à identidade de um espírito que se comunica, é menos importante que o teor das mensagens, menos importante que a essência das palavras, a lógica e bondade presentes nos ensinamentos, seja quem for que assine embaixo.

Então, a grande comprovação de quem é Calunga, o espírito, está em ler os textos ou ouvir as palavras e perceber a verdade presente nelas, intuir a gentileza, captar a ternura, reconhecer sua precisão em auxiliar quem caminhar na Terra.

Você está convidado para o lançamento do ebook Autoajuda, de Calunga, que acontece hoje, dia primeiro de maio, às 20h30 (horário de Brasília).

Veja mais informações em:

https://www.facebook.com/events/119737738581610/

Calunga: “Pra que serve o seu Deus?”

Eu estava pesquisando para escrever um artigo e cheguei a este texto que psicografei. Ele contém uma proposta de autoanálise profunda, de autopercepção. Para mim, ele foi muito revelador, desde quando foi escrito pelo Calunga, querido amigo e mestre. Tomara que ele chegue à sua mente a ao seu coração:

Pra que serve o seu Deus?

Esta pergunta parece um absurdo, pra você?
Você pensa que Deus não te serve?
Tudo serve ao ser humano, ou pode servir. Tudo.
Deus pode servir pra muita coisa: pode servir pra você se sentir inferior ou superior, pode servir pra você criticar e falar dos outros, pode servir pra você se agarrar na hora do desespero, pode servir pra você conversar dentro de você, pode servir pra você culpar de tudo que não vai bem na sua vida, pra você se cobrar, pode servir pra tanta coisa!…
Pra que serve o seu Deus?
Você pensa que alguém ser religioso ou religiosa é um atestado de elevação? Você pensa que, por crer num Deus, você é melhor que quem não crê?
Crer em Deus significa pouca coisa, o importante é ver pra que você usa esse Deus.
Tem gente que usa Deus pra se segurar. Pra não fazer aquilo que considera errado ou pecado.
Tem gente que usa Deus pra se apoiar, pra justificar suas ações.
Tem gente que usa Deus pra abandonar a responsabilidade por si, jogando o destino na mão dele.
Tem gente que usa Deus pra dividir suas dúvidas, para tentar entender a vida, pra buscar lucidez nas decisões.
Eu não estou falando do Criador da Vida. Estou falando da sua ideia de Deus, da imagem que você criou e da função que você lhe deu.
Porque o ser humano é um sistema impressionante de transformação de pensamentos, cujo funcionamento está condicionado pelo seu amor ou seu egoísmo, pela crença no Bem ou no mal e pela sua compreensão particular das leis que regem a vida.
E pra você se ligar ao Deus verdadeiro, você precisa se desprender da sua visão particular, da sua ideia de Deus. Largar mão daquilo que você acha que Deus gosta ou não gosta.
Deus é um Amor profundo e uma Compreensão infinita.
Deus opera na construção e na destruição.
Deus te sustenta, mas não te segura, te ensina, mas não te impede.
Deus se abre para as inúmeras possibilidades do futuro e abraça todas com carinho.
Deus pode ouvir seu coração, além das suas palavras.
Deus te põe na vida e quer que você viva – só isso!

fee

(Este texto é parte do livro Felicidade é escolha, de Calunga / Rita Foelker, Edições Gil – atualmente esgotado)

Meu novo ebook EDUCAR PARA AMAR E SE CONHECER, disponível na Amazon

Espiritualidade não é crença e cumprimento de rituais diários. Isso pode ser opinião e hábito adquirido. Isso pode ser medo. Medo da vida material dar errado e, por isso, agarrar-se a algo.

Se não tiverem como fundamento a busca efetiva de conexão com a dimensão espiritual da existência e o senso do nosso potencial interno, nossas ideias e rotinas não nos transformam. Apenas nos contentam parcialmente e nos mantêm onde estamos.

Espiritualidade não é fé cega nem fanatismo, mas uma dinâmica interna que, constante e persistente, se reflete na saúde física e nos relacionamentos. Calunga nos ajuda a compreender seu verdadeiro significado, quando diz que ela é “a descoberta dos seus tesouros interiores. É desenvolver seus talentos espirituais.” É conhecer-se e escolher crescer em virtude e sabedoria.

Educar para Amar e se Conhecer é um ebook que reúne teoria e prática da Educação Emocional, numa abordagem espiritualista. Nele você encontra informações seguras e suficientes para que um grupo de qualquer idade inicie um processo de autoconhecimento, conhecimento e habilidade de lidar com suas emoções, sempre levando em conta a perspectiva ampla e profunda da espiritualidade, independente de religião. São 44 Atividades Práticas e 2 Bônus: “Como fazer uma cidade feliz” e o “Jogo da Força Interior”.

A questão é que nossa sociedade acelerada e consumista quase sempre nos retira dessa sintonia profunda com os propósitos espirituais da existência. A pedagoga Pamela Greco explica isso otimamente em Estímulo demais, concentração de menos. Estamos enlouquecendo nossas crianças, razão pela qual não vou me alongar aqui, sugerindo a leitura do post citado.

Mas é preciso aprofundar-se em si mesmo, para encontrar o Eu essencial, é preciso que haja Paz suficiente para que a inspiração dos Amigos Espirituais seja ouvida, reconhecida e aceita. Para que os insights espirituais nos alcancem.

Acredito que podemos ajudar nossas crianças e jovens a se saírem melhor que nós, no equilíbrio de suas emoções e na busca de uma Espiritualidade genuína. Eis a minha motivação para escrever, ilustrar e produzir Educar para Amar e se Conhecer.

Disponível no site da Amazon: http://www.amazon.com/dp/B00XT7RRU2

Os modelos usados nas atividades, para imprimir e recortar, você baixa gratuitamente no ISSUU: